sábado, 24 de março de 2012

As 10 chaves para a maestria


O Deus Ganesh


Ganesha pertence à família de deuses mais popular do Hinduísmo. Ele é o filho mais velho de Parvati e Shiva. Parvati é filha dos deuses Himalayas, aquela cadeia de montanhas nevadas, que cobre o norte da Índia. Ela é uma deusa muito graciosa e linda, mãe bondosa e esposa devota. Shiva - bem, até mesmo seus amigos mais íntimos admitem, que ele não é um pai ou marido ideal. Shiva ama sua família de todo coração, mas a sua maneira. O que acontece é que ele não agüenta ficar em casa o tempo todo. Tem alma de aventureiro, gosta de viajar, mas a sua paixão é a meditação e o Yoga. Tanto, que quando absorto meditando, nem um terremoto o perturba.
Shiva e Parvati casados, viviam muito felizes num bangalô no Monte Kailasa nos Himalayas, longe da civilização. Depois de algum tempo, Parvati percebeu que seu marido estava inquieto, ele abria a janela e olhava suspirando os altos picos das montanhas, e ela via nos seus olhos a sombra de um sonho. Ela o amava profundamente, e compreendeu o desejo que o consumia.
Um dia ela disse a Shiva:
- Por que você não viaja por uns tempos? Eu sei que você levava uma vida diferente, antes de nos casarmos. Você meditava, dançava, deve estar sentindo falta de tudo isso agora.
- Não minha querida - assegurou-lhe o marido. - Os velhos tempos acabaram, não sinto falta deles mais.
- E a sua meditação? - ela perguntou. Ela era a sua principal ocupação. - Você é o maior yogui dentre todos os deuses.
Shiva sabia que ela estava certa. Ele desejava mesmo se absorver de novo, pela prática da meditação, e tinha saudades das grutas favoritas das montanhas, onde se sentava para meditar. E depois foi o poder do Yoga, que o transformou num deus tão poderoso. Mas ele ainda hesitou.
- Mas você não vai se sentir sozinha, se eu for?
Parvati lhe assegurou que ficaria bem. Até porque, queria reformar o bangalô, transformar num lugar confortável e bonito onde uma família pudesse morar, um lar de verdade.
Feliz, Shiva colocou sua pele de tigre na cintura, enrolou suas cobras favoritas no pescoço e braços, chamou Nandi, sua vaca, e dando um aceno de despedida partiu montado nela.
- Não me demorarei. - ele disse a Parvati
Só que Shiva é o mais esquecido dos deuses. Quando medita é impossível despertá-lo. Acima do sagrado rio Ganges, Shiva se sentou e começou a meditar. Passaram-se muitos anos, que equivaliam a milhares de anos terrestres, uma vez que o tempo é diferente para os homens e deuses.
Quando finalmente, Shiva levantou da posição de lótus, lembrou-se da esposa que o esperava pacientemente, no Monte Kailasa, e correu de volta para casa.
Neste tempo que Shiva esteve ausente, Parvati fez um lindo jardim em volta do bangalô, costurara cortinas para as janelas e almofadas para o chão, pintara as paredes e as portas. E nem ficou sozinha por muito tempo. Shiva não sabia que tinha deixado sua esposa grávida. Parvati teve um lindo menino, que a manteve bastante ocupada, lhe deu o nome de Ganesha. 
Anos se passaram e o deus bebê cresceu e transformou-se num rapaz inteligente e sério, muito apegado a mãe, e que adorava ajudá-la.
Numa manhã de primavera, Parvati estava tomando banho, enquanto seu filho se mantinha perto do portão do jardim. Um homem alto, com longos cabelos presos, um monte de cobras e uma pele de tigre enrolada no corpo se aproximava do portão, e atrás dele uma vaca. Shiva tinha voltado para casa sem se preocupar com sua aparência selvagem.
Shiva parou... - será que esta linda casa era mesmo a sua? E quem seria aquele garoto bonito no portão?
- Deixe-me entrar menino!
- Não, - respondeu Ganesha, franzindo as sobrancelhas para o vagabundo que queria entrar.
- Você não pode entrar! Ganesha se posicionou na porta de espada em punho.
Naquele momento, Shiva estava furioso, seu terceiro olho, do poder, apareceu no meio da sua testa, brilhando como fogo. Em segundos o corpo do menino estava no chão sem cabeça.
Ouvindo vozes Parvati se apressou, horrorizada viu seu filho sem cabeça e o marido que há tanto tempo não via. Chorou amargamente. Exclamou:
- O que você fez?! Este é Ganesha seu filho!
Shiva desculpou-se a Parvati, porém não podia voltar atrás, o que esta feito, esta feito. Mas prometeu a sua esposa que o primeiro ser que visse “dormindo errado” (considerava que aquele que dormia com a cabeça voltada para o sul, estava errado, pois o certo seria dormir com a cabeça voltada para o norte) ele cortaria a cabeça e a colocaria em seu filho.
Então Shiva percorreu milhas e milhas, e encontrou um filhote de elefante dormindo “errado”. Shiva cortou-lhe a cabeça e ao retornar encaixou-a entre os ombros de Ganesha. Inconformada Parvati foi pedir ajuda a outros deuses.
Brahma e Vishnu que são autoridades no Hinduísmo tanto quanto Shiva, ao ver o pobre e esquisito menino com cabeça de elefante, disseram a Parvati que nada poderiam fazer quanto a cabeça de Ganesha, pois não poderiam passar por cima de uma decisão de Shiva, mas poderiam dar à Ganesha poderes, para que ele se transformasse num deus muito querido por todos ou hindus. Ganesha seria sempre reverenciado antes de todas as cerimônias religiosas, seria também aquele que destrói os obstáculos, aquele que trás fortuna...
Parvati sentiu-se aliviada, agradeceu aos deuses, e se foi.
E assim se fez. Hoje na Índia Ganesha é o deus mais adorado, sua imagem é encontrada no painel de todos transportes, na entrada das lojas comerciais, e é realmente lembrado com carinho e devoção em todas as cerimônias religiosas, dando proteção e apoio àqueles que são seus devotos. 
Ele é o Deus do conhecimento, sabedoria  e removedor de obstáculos. Ele é venerado ou pelo menos lembrado no inicio de qualquer missão ou novo projeto para bênçãos e patrocínio.  
Ele tem quatro mãos, a cabeça de um elefante e uma barriga bem grande. Seu veiculo é um pequeno rato. Em uma de suas mãos ele carrega uma corda (para carregar os devotos da verdade), uma machadinha em outra (para libertar seus devotos de apegos e vícios), tem um doce em uma das mãos (para gratificar os seus devotos por suas atividades espirituais), suas quatro mãos estão sempre estendidas para abençoar as pessoas.  A combinação de sua cabeça de elefante e um veiculo de pequeno e ligeiro ratinho representa tremenda sabedoria, inteligência, presença de espírito e agilidade mental. 
Texto baseado no livro:
 Ganesh - O Grande Deus Hindu
-  Madras Editora Ltda.

Ganesh mantra


NO MINIMO INTERESSANTE...


sexta-feira, 23 de março de 2012

O que e Projecao Astral?


Se eu pudesse aconselhar um amigo


Sempre que se defrontar com um problema, independentemente de sua natureza, busque a solução dentro de sua própria consciência. Em vez de correr de um lado para outro, de buscar uma resposta com esta ou aquela pessoa, em vez de buscar a solução fora de si mesmo, volte-se para dentro. Na quietude e no silêncio de sua própria mente, deixe que a resposta para o problema brote por si mesma. Se fracassar uma, duas ou três vezes, tendo se voltado para a paz de seu reino interior, em perceber a resposta como um todo, tente de novo. Nunca será tarde demais, nem a solução aparecerá tarde demais. Quando aprendemos a nos tornar dependentes deste meio para lidar com nossos problemas e nossas experiências, nos tornamos cada vez mais hábeis em reconhecer rapidamente a revelação da harmonia por parte de nossa mente.

Marcia Cunha

O que e Psicossoma?


Isso e coisa da sua cabeca


Pensamentos geram impulsos eletricos


Tecnica para Projecao


1. Sentado confortavelmente, visualize uma bola de
luz flutuando sobre sua cabeça.

2. Lentamente, faça-a descer e interpenetrar o alto da cabeça.
3. Faça-a descer lentamente por dentro da cabeça e, ao mesmo tempo, diminua seu tamanho gradativamente.

4. Leve-a por dentro do rosto, do pescoço e do peito (gradativamente diminuindo seu tamanho), até que ela alcance seu tamanho mínimo no centro da coração.

5. Mantenha essa visualização por uns três minutos.

A seguir, deite-se tranqüilamente e preste atenção no ponto luminoso dentro do coração.

6. Faça tudo com muita paciência.

7. Seja sereno em seus propósitos.

8. Amor, Amor, Amor... dentro do pontinho luminoso do coração.

- Wagner Borges - 

MANTRA


Humanidade Sob Controle /Mensagens e manipulação subliminares


GRITO


FOTO KIRLIAN


Iniciação a distancia ? Isso é possivel?


Avaliacao da Cura pelo Toque Sutil


O Principio do Vacuo - Joseph Newton


ORAÇÃO DO REIKIANO


quinta-feira, 22 de março de 2012

A TRANSFORMAÇÃO ESTÁ NO AQUI E AGORA


Mas tudo começa de forma bem simples: parando, relaxando e aprendendo a meditar. Enquanto a meditação ainda não tornou-se o estado natural de ser, realizamos o primeiro passo aprendendo uma técnica (claramente definida e reconhecidamente eficaz) que forneça esse primeiro silêncio ao corpo e à mente de forma que a consciência desabroche e para que tenhamos discernimento para escolher o caminho do amor e da verdade em relação a nós mesmos e aos outros. A partir daí, tudo será fruto do empenho, da crença, do grau de compaixão e de aceitação envolvidos no processo... E o tempo e a forma para que a felicidade e realização aconteçam dependerá sempre de cada um! Mas lembre-se: tudo tem um início e ele só pode acontecer aqui e agora! Perceba se este já não é o seu momento...
É importante ressaltar ainda que, para iniciar-se na meditação, não é necessário abandonar as crenças, religião ou visão de mundo atuais, mas é importante, sim, estar aberto para o conhecimento sem os pré-conceitos e condicionamentos habituais, ou seja, estar disposto a conhecer não só as técnicas mas também a compreender a filosofia em que se baseiam (ou foram preservadas) e reconhecer a porção de validade e aplicabilidade em sua vida. O meditador é, antes de tudo, um buscador ,e por isso mesmo precisa ter de forma clara a noção de que os caminhos que o levarão a novas percepções só poderão ser novos caminhos... e conduzido por seus próprios pés! O impulso e a certeza para saber onde, quando e como seguir a jornada estão aí, dentro de seu coração! Apenas vá mais fundo, feche os olhos, respire e mergulhe dentro de si.

Namaste.

“Aquilo que a lagarta considera uma tragédia o mestre chama de borboleta.” Richard Bach


No universo tudo é movimento. Não existe fim, apenas transformações. Porém, toda transformação carrega dentro de si a simbologia da morte e do renascimento, onde todo final de um processo é a permissão para o início de outro que, por sua vez, também findará e gerará um novo, e assim por diante. Essa percepção da finitude e transitoriedade pode ser  fonte de dor e insegurança para alguns ou a conquista da liberdade para outros.
Geralmente esquecemos que esse movimento fim/início acontece em todas as escalas o tempo todo: nas atividades intracelulares, na sucessão dos pensamentos, no processo da respiração, nas situações cotidianas, nos relacionamentos, na extinção de um planeta, e não apenas na morte física, o “fim” mais temido. Simplesmente em tudo. Mas como nossa educação está voltada para a conquista e resultados – acúmulo, acúmulo e mais acúmulo – fica difícil assimilar as perdas ou transformações não esperadas como algo natural e pertinente ao processo da vida.
Ao mesmo tempo, a idéia de “meu” e “seu” é ilusória, pois nada é de ninguém. Tirando a consciência individual (cuja identificação pode, inclusive, ser dissolvida na iluminação), tudo é de todos, estão aí no universo, onde a posse ou relação com algo em particular é fruto da situação imediata: é o foco em que a atenção ou necessidade dirige as ações, energias e pensamentos, criando o ambiente físico, mental e emocional com a qual a mente se identifica e que se costuma associar à idéia de “eu”, mas que ainda não é a verdade integral e divina que cada um carrega dentro de si.
Se agarrar a situações e questões que já não fazem mais sentido para o Ser é estancar o fluxo da existência em toda sua potência e beleza; é posicionar-se na contramão da vida de forma solitária e dolorosa impedindo todo aprendizado e evolução aos quais estamos destinados como alma e seres criativos. Negar a natureza e afastar-se de Deus, a perfeição que permeia o universo independente das vontades e carências pessoais.
O futuro só pode existir em função do agora, do que determinamos para nós. Se buscamos a paz e o equilíbrio devemos estar abertos para as mudanças que se fazem necessárias hoje, ouvindo o coração e a razão, o sonho e a realidade, o momentâneo e o eterno, o possível e impossível, com equanimidade e muito, muito amor. Abandone o que está morto e renasça para o presente - onde você está e o que você é –, o ponto de partida para todas as transformações. Não tema as mudanças ou adie decisões importantes. A felicidade não está para chegar, ela já está, só não percebemos... Adapte seu olhar, ajuste seu coração, relaxe a mente e confie, confie em você e na vida. Permita que o novo entre e o velho se desfaça naturalmente, sem dores, traumas ou cobranças. Seja seu paraíso na vida ou na morte. Seja eterno em cada instante!