Mas tudo começa de forma bem simples: parando, relaxando e aprendendo a meditar. Enquanto a meditação ainda não tornou-se o estado natural de ser, realizamos o primeiro passo aprendendo uma técnica (claramente definida e reconhecidamente eficaz) que forneça esse primeiro silêncio ao corpo e à mente de forma que a consciência desabroche e para que tenhamos discernimento para escolher o caminho do amor e da verdade em relação a nós mesmos e aos outros. A partir daí, tudo será fruto do empenho, da crença, do grau de compaixão e de aceitação envolvidos no processo... E o tempo e a forma para que a felicidade e realização aconteçam dependerá sempre de cada um! Mas lembre-se: tudo tem um início e ele só pode acontecer aqui e agora! Perceba se este já não é o seu momento...
É importante ressaltar ainda que, para iniciar-se na meditação, não é necessário abandonar as crenças, religião ou visão de mundo atuais, mas é importante, sim, estar aberto para o conhecimento sem os pré-conceitos e condicionamentos habituais, ou seja, estar disposto a conhecer não só as técnicas mas também a compreender a filosofia em que se baseiam (ou foram preservadas) e reconhecer a porção de validade e aplicabilidade em sua vida. O meditador é, antes de tudo, um buscador ,e por isso mesmo precisa ter de forma clara a noção de que os caminhos que o levarão a novas percepções só poderão ser novos caminhos... e conduzido por seus próprios pés! O impulso e a certeza para saber onde, quando e como seguir a jornada estão aí, dentro de seu coração! Apenas vá mais fundo, feche os olhos, respire e mergulhe dentro de si.
Namaste.
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